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Todo apoio à greve dos professores do PA e RS! Unificar as lutas dos servidores contra os ataques de Temer e governadores!

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De Norte a Sul do país, os trabalhadores resistem aos sistemáticos ataques aplicados por Temer, pelos governadores que seguem aplicando um severo ajuste fiscal que arrocha, atrasa ou congela salários, reduz investimentos e precariza serviços. Há pouco tempo, a situação caótica no Rio de Janeiro ganhou repercussão nacional pelas fortes mobilizações de servidores do estado contra o parcelamento e atraso nos salários. Agora, no Rio Grande do Sul, os professores chegaram a receber 350 reais por mês, como parcela dos salários atrasados, sem previsão para o pagamento do que falta.

Em greve desde o dia 15, os trabalhadores da educação no Rio Grande do Sul exigem que o governador José Ivo Sartori, do PMDB, pague imediatamente os salários que já estão sendo parcelados há dois anos, além de denunciar outros ataques ao funcionalismo público no estado.

No Pará, os professores da rede estadual de ensino estão em greve desde o dia 14 de setembro contra o governador Simão Jatene, do PSDB, exigindo o pagamento do piso salarial de 2016 e 2018, a revogação no aumento do Iasep (plano de assistência médica dos servidores do estado), garantia de 200 dias letivos e reforma nas escolas. Apesar da forte adesão e participação de estudantes e pais nas mobilizações, o governo de Jatene segue intransigente, negando-se a negociações e tentando criminalizar na Justiça a greve dos professores.

Nós, do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal no Estado do Pará (SINTSEP-PA), manifestamos nosso total apoio às greves dos educadores do Pará e do Rio Grande do Sul e reiteramos a importância de cercar de solidariedade essas mobilizações que tem cumprido um papel fundamental na luta pela garantia de direitos básicos e em defesa dos serviços públicos importantíssimos, como a educação.

Além das greves dessas categorias, estão em curso, hoje no país inteiro, mobilizações de diversas categorias. É necessário unificar, a nível nacional, todas essas lutas para derrotarmos os ataques aos trabalhadores.