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SINTSEP-PA envia observadores ao III Congresso da CSP CONLUTAS.

Escrito por Imprensa. Publicado em Notícias

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Diante dos ataques brutais do governo Temer contra os trabalhadores se fazz cada vez mais a unidade dos lutadores e lutadoras do país e o fortalecimento dos instrumentos de organização de nossa classe. Ao mesmo tempo, frente à traição das antigas direções do movimento sindical (CUT, CTB, etc.) que durante 13 anos foram braço do governo patronal do PT e que  recentemente desmontaram o poderoso processo de lutas do primeiro semestre, precisamos fortalecer alternativas independentes do Lulo-petismo e das direções traidoras.

A CSP-Conlutas em que pese ser uma pequena central em número de entidades filiadas, tem se demonstrado como a mais coerente, assumindo uma postura classista e independente que foi fundamental nas lutas recentes, a exemplo da marcha a Brasília em maio deste ano , quando protagonizou a resistência dos trabalhadores frente a repressão policial. 

É nesse sentido que a direção do Sintsep-Pa, referendada por sua base em assembleia, decidiu enviar observadores ao III Congresso da CSP-Conlutas que será realizado nos dias 12, 13 e 14 de Outubro em Sumaré- SP. A participação no congresso será um importante elemento para o posterior debate sobre filiação (ou não) a essa entidade que o Sintsep-Pa pretende fazer em sua base.

Durante o Congresso vários grupos políticos e sindicais apresentarão contribuições com suas análises a cerca da situação política nacional, das lutas da classe trabalhadora e de quais devem  ser o caráter e  as tarefas da CSP-Conlutas no próximo período. Destacamos algumas dessas tese abaixo :

 

CONSTRUIR UM BLOCO NACIONAL DOS QUE LUTAM CONTRA O GOVERNO, OS PATRÕES E A BUROCRACIA SINDICAL! - CORRENTE SINDICAL COMBATE  

 “Vivemos tempos de mudanças no seio da classe trabalhadora, onde uma velha direção (cuja expressão maior é a CUT e o PT), desprestigiada, começa a desabar e uma nova força, nascida das lutas, das velhas experiências e nutrida com novos ativistas, começa a despontar. Porém, a fragilidade que nos impõe esta transição, é aproveitada por nossos inimigos, fundamentalmente pelo governo e pelos patrões, mas também pelas velhas direções que defendem a colaboração de classes. Nesse marco se inscrevem os ataques aos nossos direitos. As reformas que o governo Temer e sua quadrilha (PMDB/PSDB/DEM) querem impor contra a classe trabalhadora visam a retirada de direitos que conquistamos ao longo da história, sendo aplicado a nível estadual e municipal pelos governadores e prefeitos de várias coligações (PR, PT, PP, etc), que tentam se antecipar à aprovação das reformas. Se de um lado temos ataques violentos contra nossos direitos, por outro, o enfrentamento a essas medidas tem sido enorme e já deixou profundas marcas no ano de 2017.”  LEIA MAIS

 

CONTRIBUIÇÃO AO 3º CONGRESSO NACIONAL DA CSP CONLUTAS - CONSTRUÇÃO SOCIALISTA E UNIDOS PRA LUTAR/LUTA SOCIALISTA.

As jornadas de lutas em 2017 fazem parte do processo que se iniciou em junho de 2013, seguidas pelas greves e mobilizações de trabalhadores das mais distintas categorias como professores, servidores estaduais, metalúrgicos, entre outros. Em 2014, 2015 e 2016, as lutas de diversos setores seguiram seu curso. No entanto, estas lutas, pela falta de um caráter nacional e também de uma direção consequente, não foram potencializadas o suficiente para impedir o ajuste fiscal que já estava sendo implementado com força nos estados e municípios. Por certo, no primeiro semestre, o que impediu que o governo aprovasse todas as reformas foram o protagonismo e a ação real da classe trabalhadora nas ruas. Todos nós que militamos na CSP Conlutas temos orgulho de ter ajudado a construir estas mobilizações. Foram muitas reuniões, formação de fóruns unitários e comitês, panfletagens nas periferias, fábricas, escolas, etc. LEIA MAIS

 

CONTRIBUIÇÃO GLOBAL AO 3º CONGRESSO DA CSP-CONLUTAS ASSINADA POR DIVERSAS ENTIDADES E DELEGADOS (AS) – MAIS.

Brasil: ofensiva burguesa e crise política - Nos últimos anos, assistimos a uma mudança na correlação de forças em nosso país, demonstrada pela ofensiva da burguesia contra os direitos conquistados pela classe trabalhadora, após duríssimas lutas.

Em junho de 2013, as ruas foram tomadas por milhares de jovens, estudantes e trabalhadores, exigindo mais investimentos e ampliação de direitos. Algum tempo depois, estamos diante da implementação de ataques de gigantescas proporções, como a PEC que limita os gastos públicos, a reforma do ensino médio e, mais recentemente, a lei das terceirizações, a reforma trabalhista, um pacote de privatização que inclui 57 empresas, inclusive a Eletrobrás, de campos de petróleo do pré-sal e da Casa da Moeda, dentre outros. LEIA MAIS

 

UNIDADE E INDEPENDÊNCIA DE CLASSE: APROFUNDAR A DEMOCRACIA OPERÁRIA E O CARÁTER SINDICAL E POPULAR DA CSP-CONLUTAS  - MAIORIA DA DIREÇÃO.

O Brasil vive a maior crise econômica de sua história. As consequências se expressam nos milhões de desempregados e num conjunto de medidas que o governo Dilma (PT) começou a aplicar e que o governo Temer (PMDB) aprofunda.

A expressão aqui dessa guerra social são mais de 23 milhões de trabalhadores (as) desempregados; os serviços públicos – saúde, educação, transporte- estão um caos; as condições de vida nas periferias estão insuportáveis; a violência do Estado contra as lutas dos trabalhadores e contra o povo pobre é cada vez maior e o agravamento da situação dos setores oprimidos: mulheres, LGBTs e negros e negras (há um genocídio da juventude negra e pobre das periferias). Leia mais 

 

POR UMA CENTRAL DE TRABALHADORES CLASSISTA - CENTRO DE ESTUDOS E DEBATES SOCIALISTAS

A Greve Geral de 28/4/2017, a maior ocorrida na História recente do Brasil, e que foi acompanhada por grandes mobilizações de rua em todo o país, fez tremer o Governo Temer e muitos governos estaduais, responsáveis por ataques contra os trabalhadores.

A CSP-CONLUTAS desempenhou um papel importante na deflagração da Greve de 28/4, ao contribuir para que fosse vencida a resistência da burocracia sindical e dos pelegos patronais, que foram obrigados a convocá-la, em um processo onde acabaram perdendo parcialmente o controle político sobre os trabalhadores. LEIA MAIS

 

CONSTRUIR UMA FERRAMENTA PARA A CLASSE TRABALHADORA BRASILEIRA: CSP CONLUTAS SOCIALISTA, DEMOCRÁTICA, DE BASE E ANTI-BUROCRÁTICA. – GRUPO ESPAÇO SOCIALISTA

Só a classe trabalhadora pode apresentar saídas que garantam o emprego, a saúde, a Educação, o transporte púbico de qualidade e uma produção que não destrua a natureza. Essas medidas não serão adotadas por nenhum governo burguês porque beneficiam exatamente quem produz a riqueza.Nós defendemos que a CSP Conlutas apresente um programa classista contra a crise a partir das necessidades da classe trabalhadora e não do capital e seus governos.  Lei mais 

 

CONTRIBUIÇÕES AO 3º CONGRESSO DA CSP-CONLUTAS ASSINADA -  RENOVAR PELA LUTA! CORRENTE SINDICAL E OPOSIÇÃO ALTERNATIVA – APEOESP (SP)

Brasil: Ofensiva Reacionária, dos empresários, governo Temer, Congresso, Justiça Polícia… O PT e “Lula 2018” não são alternativa! Por Uma Frente de Esquerda Socialista nas lutas nas eleições! Diante da crise estrutural, o Brasil mergulhou em um amplo e acelerado processo de desindustrialização, corporificado na forma de uma espécie de regressão neocolonial, especializando-se cada vez mais na exportação de produtos básicos (matérias primas e alimentos). Essa via foi amplificada inclusive pelos governos do PT, que sob a farsa de um assim chamado “neodesenvolvimentismo”, não efetivaram nenhuma transformação estrutural da economia brasileira, incorrendo inclusive em voltar o próprio setor industrial cada vez mais para um caudatário da agroexportação. Leia mais 

 

UNIDADE AMPLA PARA DERROTAR TEMER E AS SUAS CONTRARREFORMAS! UNIDADE DOS SOCIALISTAS PARA CONSTRUIR UMA ALTERNATIVA À DIREITA E AO LULISMO! - BLOCO DE RESISTÊNCIA SOCIALISTA SINDICAL E POPULAR

Mesmo antes do impeachment de Dilma Rousseff,  foi formada a Frente Povo Sem Medo. Esta Frente foi impulsionada pelo MTST com objetivo de ser um espaço de unidade de ação contra os ataques dos governos e organizou diversas manifestações contra os ataques do governo Dilma e após o impeachment, contra o governo Temer. Ela é composta por entidades como a CUT, CTB e UNE, que também fazem parte da Frente Brasil Popular. Por outro lado, esta Frente também é construída por diversas correntes políticas da esquerda socialista e por movimentos sociais combativos, como é o caso do MTST e a intersindical. Leia mais 

 

CONTRIBUIÇÃO DO MOVIMENTO NOSSA CLASSE AO 3º CONGRESSO DA CSP- CONLUTAS

No Brasil a traição da burocracia sindical permitiu ao governo se recompor e avançar contra os trabalhadores. Enquanto isso, no Brasil, cada vez mais vai se fortalecendo as condições de permanência do presidente golpista até as eleições de 2018. Dia 28 de abril a classe operária brasileira realizou a maior greve geral da história do país, temendo que a resistência dos trabalhadores colocassem em xeque as reformas pelas qual deram o golpe de 2016, setores da própria burguesia golpista junto a Rodrigo Janot chegaram a articular um “golpe dentro do golpe” para rifar o governo Temer , outros setores preferiram seguir apoiando o governo golpista para garantir os ataques. Leia mais

 

CONTRIBUIÇÃO GLOBAL AO 3º CONGRESSO NACIONAL DA CSP-CONLUTAS ASSINADA POR ENTIDADES, MOVIMENTOS E DELEGADOS (AS)

A CSP-Conlutas tem cumprido papel significativo para a luta dos trabalhadores frente aos importantes acontecimentos da realidade. Lutamos com determinação para construir a unidade de ação e fortalecer a luta  dos trabalhadores. Atuamos para construir uma alternativa independente da classe trabalhadora contra as diversas alternativas da burguesia, sejam as da direita tradicional, que vão do PSDB, PMDB  a Bolsonaro, sejam do PT e da Frente Brasil Popular ou Frente Ampla pelas Diretas já, com seus interesses eleitorais de afirmação de um campo de colaboração de classes. Nesse marco também nos opomos a Frente Povo Sem Medo que, ainda que busque aparecer como um polo à esquerda, defende um projeto de mesmo conteúdo, o que os tem levado a assumir agendas e estratégias formuladas e lideradas pelo PT e por Lula. LEIA MAIS

 

UNIR A LUTA CONTRA AS REFORMAS E O AJUSTE AO REPÚDIO POPULAR CONTRA A CORRUPÇÃO - MES

O congresso da nossa Central Sindical e Popular acontece em meio a um enorme escândalo de corrupção que mostrou a luz do sol parte importante das entranhas da asquerosa relação do Capital com o Estado ao mesmo tempo em que a classe trabalhadora e o povo brasileiro sofrem ataques às suas condições de vida e seus direitos sem precedentes nas últimas décadas. É inevitável para uma política coerente de esquerda que esses dois principais temas estejam combinados para um diálogo com a classe trabalhadora, com os movimentos sociais e a juventude. É um erro enorme tratar de forma separada esses dois tópicos e a dificuldade de parte da esquerda que foi oposição aos governos do PT de encarar de frente essas demandas do povo, demonstra a força do aparato petista e de seus aliados na estrutura da política brasileira. Lei mais